Livro pra quando chega o primeiro dia de aula

Escola de chuva
James Rumford · texto e ilustração · Brinque-Book, 2012
R$ 67,90 impresso na Companhia das Letras (Brinque-Book), conferido em 30/09/2026
- Idade indicada a editora não indica
- Nomeia o evento diz o nome fonte ↓
- Enquadramento a fonte não diz
- Narrador a fonte não diz
- Material pro adulto a fonte não diz
- Páginas 32
- ISBN 9788574124018
- Conferido em 30/09/2026
Onde encontrar
Links diretos, sem comissão. Na última passagem nenhuma loja respondeu de forma legível, então não dá pra afirmar que está à venda hoje. Preço e estoque mudam.
De onde vem cada afirmação
É o primeiro dia de aula em Kelo, no Chade, na África. As crianças caminham pela estrada. “Vou ganhar um caderno?”, pergunta Tomás. “Vou ganhar um lápis? Vou aprender a ler como vocês?”. Mas quando ele e as outras crianças chegam à escola, não há sala de aula nem carteiras. Apenas uma professora. “A primeira lição é construir a nossa escola”, diz ela.abrir a fonte ↗
Selo […] Brinque-Book […] Lançamento […] 13/09/2012 […] ISBN […] 978-85-7412-401-8 […] Acabamento […] Livro brochura […] Páginas […] 32abrir a fonte ↗
Começa com as crianças menores, entre elas Tomás, guiadas pelas maiores ao primeiro dia de aula. Por causa das fortes chuvas de verão, elas encontram a escola destruída e têm como primeira lição reconstrui-la. […] Ao período de alfabetização, seguem as férias. E novamente, as chuvas e os ventos fortes desmoronam a escola. O que muda no reinício das aulas é que agora Tomás guia os menores para levantarem a escola.abrir a fonte ↗
O que a evidência não cobre
Nenhuma das fontes diz quem narra nem indica faixa etária pela editora; a da Amazon é "sugerida pelo cliente" e não entra. A página da editora não traz título original nem tradutor, então a página não afirma se é tradução. A resenha da Taba descreve o ano inteiro até a volta às aulas; ela é a única fonte que conta o final.
O que este livro não aborda
O primeiro dia aqui é o de crianças numa aldeia do Chade que constroem a escola com as próprias mãos; as fontes não falam de medo, de separação dos pais nem de creche.
